Reza a história que a sua “idade” ronda os 3400 anos, terá “nascido” na Mesopotânia, protegeu do sol as cabeças (em tempos longínquos) de reis e grandes senhores, eram feitos de folhas de palmeira, papiro ou plumas.
A religião também os usou com toda a pompa e circunstância com ornamentos ricos e requintados.
Já foi considerado um acessório exclusivamente feminino (sobretudo na Grécia e Roma) mas no século XVIII os homens tiveram “direito” a usa-lo graças ao inglês Jonas Hanway.
Nenhum comentário:
Postar um comentário